A primeira vez que trai o meu marido

A primeira vez que trai o meu marido

Foi numa noite quente de verão em que andamos praticamente sem roupa nenhuma e nesse dia apeteceu-me vestir um vestido curto e bem decotado mas sem roupa interior. Nesse dia apeteceu-me sentir o vento a acariciar-me as naguedas e e vulva que se escondia debaixo daquele minúsculo vestido de roda e bem decotado. Acordei e estava a arder em tesão. O meu marido tinha voltado à cidade porque tinha de resolver uns problemas urgentes na empresa e eu acordei com mais tesão que nunca. Estava a arder … toda eu era um vulcão em erupção.

Naquele dia precisava de ser possuída por um desconhecido por alguém que conseguisse acalmar aquele meu tesão e aquele meu fogo interior. Saí a meio da manhã de casa com o meu minúsculo vestido e sem roupa interior. A minha vagina estava bem vermelha de tesão e quando saí a rua senti aquela brisa marítima típica das zonas costeiras. Senti um pequeno arrepio na espinha, que não era de frio mas sim de prazer …. prazer de sentir o vento a acariciar-me. Não tinha nenhum plano especifico para conseguir sexo ou alguma situação excitante. O único objectivo era sair sem destino e sem planos e dar asas à minha imaginação.

Como ainda não tinha tomado café resolvi parar numa esplanada a beira mar para tomar o cafezinho da manhã e dar uma vista de olhos nas revistas de coração, que nestas alturas se enchem de celebridades bronzeadas que ora posam em biquini na praia, ou aparece nas noites mais badaladas do nosso algarve. Escolhi 3 revistas cor de rosa e escolhi uma mesa ao acaso. Olhei à minha volta como uma leoa esfomeada por carne fresca, mas na verdade não havia nada de interessante. A esplanada era calminha e tinha pouca gente. Havia apenas um homem de meia idade, ao fundo, que enquanto lia o jornal exalava grande nuvens de fumo através do seu cachimbo acastanhado e elegante. Nada de interessante.

Depois de ter tomado o café e ter folheado um para de páginas das pindéricas famosas … eis que chega alguém, e por sinal bem interessante à primeira vista. Era um homem na casa dos quarenta anos, que se notava que fazia desporto e era moderadamente musculado. Tez morena, cabelo curto, nariz ligeiramente pontiagudo, vinha com calções, mocossins e uma tshirt branca de bico. Uauuu notava-se os peitorais debaixo daquela t-shirt de algodão branca. Os calções deixavam antever umas pernas másculas, morenas e bem musculadas. O safadão olhou à volta e parou os olhos em mim, disfarçou e dirigiu-se ao balcão para pegar num jornal. Foi até ao fundo da esplanada espreitar o mar e a praia e deteve-se por alguns segundos e depois sentou-se a uma mesa de distância e … virado para mim. Tesão. Muito tesão. A minha respiração tornou-se mais ofegante, o coração começou a bombear sangue com toda a força e a minha ratinha estava a arder e desejosa de começar a expelir lava encandeceste cá para fora.

O bonzão tirou os óculos de sol e apreciou as minhas pernas e o meu decote. Não se preocupou sequer em disfarçar aquele olhar lascivo sobre mim. Estremeci. Tinha as pernas cruzadas que, com aquele vestido minúsculo, deixavam bem antever toda a extensão das minhas pernas. Deixei-me estar assim por um momento e mudei de posição e fazendo que estava distraída a ler a revista. Assim que ele sentiu o meu descruzar de pernas e a mudança de lado olhou logo e de forma compulsiva. Os seus ohos quase lhe saiam das órbitas ao apreciar aquele descruzar de pernas que bem podia ser como o do filme Instinto Fatal com a Sharon Stone e o Michael Douglas. Estava dado o inicio oficial dos jogos de sedução com aquele homem desconhecido e que parecia muito interessado em mim, nas minhas pernas e no meu sugestivo decote.

Coloquei a revista em cima da mesa e debrucei-me ligeiramente para a frente de modo a mostrar todo o meu decote e que modéstia à parte e bem generoso e sem qualquer tipo de plástica. Pura genética. Ele remexeu-se logo de imediato e deitou um olhar avassalar e guloso sobre os meus seios que, naquela altura do ano, estavam bem morenos e naquela manhã tinham sido generosamente hidratados. Puro tesão para mim e para quem os apreciava. Voltei à posição inicial e recostei-me à cadeira elevando ligeiramente a revista para cima de forma que me tapava ligeiramente a cara mas não tapava o meu angulo de visão sobre aquele homem másculo lusitano. De forma descontraída e natural descruzei as pernas e abri-as ligeiramente. Na verdade, estavam ligeiramente apenas e penso que ele não conseguiria ver ainda nada, mas para já o objectivo era esse: deixar a imaginação dele trabalhar.

A reação não se fez esperar e ele agora estava mais nervoso que nunca. Não conseguia parar de olhar e tentava todas as posições possíveis para conseguir ter o angulo perfeito de forma a ver a minha vagina sedenta de sexo e de um bom pau duro que me penetrasse com saciedade. Eu também estava cada vez mais excitada e não conseguia parar aquele tesão. Abri um pouco mais as pernas. Desta vez ele já deveria de começar a ver algo mais. Estava depilada mas tinha um belo de risco que adoro deixar sempre. Ele quase desmaiou ao ver e ao perceber que eu não tinha cuecas. Eu continuei a olhar para a minha revista e sorri … meio nervosa e meio cheia de tesão e de não aguentar mais. Ele estava também com as pernas esticadas e relaxadas e eu conseguia ver perfeitamente como o seu membro estava erecto e a querer levantar os calções. A mão dele acariciava de vez em quando aquele enorme volume debaixo daqueles calções vermelhos e justos. Aquela visão era um tesão que eu só tinha vontade de apalpar aquele membro viril, saca-lo para fora dos calções e fazer-lhe sexo oral. E, depois oferecer a minha ratinha para ele a penetrar com sofreguidão.

Ele já não disfarçava o olhar e olhava directamente para as minhas pernas. Abri ainda mais as pernas e agora o espetáculo era total. Ele conseguia ver perfeitamente tudo. Ele agora conseguia vislumbrar os meus lábios vaginais que já escorriam e se babavam de tanto tesão. Eu também já não conseguia disfarçar e com uma mão segurava a revista e com a outra acariciava os meus seios discretamente. Agora a esplanada ainda estava mais deserta e apenas estava um miúdo atrás do balcão que escrevia freneticamente através do telemóvel. Ele começou a exibir mais ainda o seu vulto e cada vez acariciava-se mais. Eu não conseguia parar de olhar e cada vais babava-me mais. E eis que ele saca o penis duro e grande por uma perneira dos calções e exibe-o discretamente para mim. Quase desmaiava com o tesão e com a excitação de ver tamanho membro que apresentava sobre uma enorme tora de carne. Carne que eu estava louca para provar e a meter no meu forno que já estava a mil graus. Não dava para disfarçar mais. Não queria disfarçar mais. Discretamente deixei escorregar a mão até à minha vagina e comecei a acariciar-me lentamente e deixando que ele visse tudo. Ele fez o mesmo e começou a acariciar o pénis de forma frenética mas discretamente. Os dois fitavamo-nos cheios de tesão e desejo. Eu mordia o lábio inferior e olhava com olhar gulosa para aquele membro tão grande e ligeiramente curvado para a esquerda. Que visão! Que tesão! Que faço ? Como faço para que este macho lusitano me penetre loucamente e já ?

Olhei à volta e encontrei a solução perfeita. Mas essa parte irei conta-la depois e de forma pormenorizada.

Beijos