Ame ou odeie Cap. 02 – BDSM

Ame ou odeie Cap. 02 – BDSM

Sua cela estava completamente escura e gelada. Ela havia jogado suas roupas nele, mas elas estavam abertas. Ele os colocou em um cobertor improvisado e se aconchegou sob eles enquanto adormecia no chão de sua cela.

Quando acordou, não estava mais em sua cela. Suas roupas não estavam mais nele. Ele se sentou, confuso. Olhando ao redor, ele percebeu que estava de volta no meio da masmorra. Uma lareira do outro lado da sala iluminava mais a sala do que as velas. Ele virou a cabeça para trás.

Sua amante estava lá. Ela estava usando o sutiã de couro da noite anterior, mas estava completamente nua da cintura para baixo. Sua boceta barbeada devia estar fria no ar gelado do quarto, mas ela não reagiu. Ela se levantou, olhando em sua alma.

Ele sentiu seu pênis puxar a gaiola de metal. Ele estava ficando mais firme, mas não tinha para onde ir. Ele beliscou enquanto pressionava contra o aço.

“Eu te fiz um favor ontem”, disse ele. “Agora é a sua vez de me servir.” Sua voz estava fria como o ar.

Um favor? Isso é o que ela pensou? Suas nádegas ainda estavam doloridas da surra.

“Vai ser um longo dia”, ele sorriu.

Ele se moveu para frente, seus pés descalços batendo no chão de pedra. Ele só parou quando sua boceta pressionou contra seu rosto. Ele inalou. O cheiro da fruta mais doce enche seus pulmões. Apesar das circunstâncias, a alegria estava de volta.

Ela empurrou seus quadris para frente, forçando-o a se inclinar para trás. Ela continuou empurrando, empurrando seus quadris no chão para que ele estivesse deitado de costas, com ela sentada em cima dele.

“O que você está esperando?” ela disse levantando a voz. “Comece agora!” Ela deu um tapinha na lateral do peito dele. Não tão forte quanto antes, mas ainda deixou uma marca finita.

“Sim, senhora,” ele sussurrou contra sua pele. Ela deu uma risada delicada, mas resistente.

“Rapaz, você é muito ruim em seguir instruções, hein?” Ela disse. “Eu vou ter que consertar isso mais tarde, mas por enquanto, faça o que eu digo.”

Ele começou a comê-lo, lentamente no início. Tinha gosto de açúcar e era tão viciante. Ele beijou os lábios de sua boceta e imaginou-os beijando-o de volta. Seus pensamentos se esvaziaram em euforia. Nada mais importava. Cada beijo, cada lambida, felicidade.

Foi mais rápido. Ela gemeu de prazer e passou os dedos pelos cabelos. Ela apertou seu aperto e puxou. Ele nem percebeu a dor.

“Oh, eu te amo, escrava. Eu te amo, eu te amo, eu te amo.” Ela disse.

Com esta declaração, ele acelerou. Cada respiração não tinha muito mais do que o cheiro de sua boceta, mas ele não se importou. Seu prazer era mais importante que as necessidades de seus pulmões. Seu pau estava ficando cada vez mais firme dentro da gaiola.

Ela gemeu novamente, mais alto desta vez. E outra vez. Desta vez mais perto de um grito do que de um gemido. Seus quadris estavam tremendo e ele podia sentir as ondas de prazer irradiando dela para ele. Seu pênis ainda estava azul e dolorido, mas ele sentiu seu orgasmo como se fosse dele.

Sem aviso, ele se levantou. O calor que ele sentiu por dentro desapareceu sem deixar vestígios quando sua boceta escorregou para fora de sua boca. Ele estava deitado novamente, frio e nu, no chão de pedra da masmorra.

“Bom escravo!” ela disse, recuperando o fôlego.

Seu peito arfava enquanto seus pulmões se enchiam novamente.

Ela riu e pressionou o pé direito contra o peito. Estava muito frio. A pressão aumentou quando ela deslocou o peso do outro pé. Ela era pequena, mas todo o peso de seu corpo pesava sobre seu peito. Ela colocou o outro pé na barriga. Ele lentamente deu alguns passos, cada um tomando um novo lugar em seu corpo. A frieza de seus pés encheu a superfície de seu corpo. Ela estava em cima dele, mas não na jaula. Ela então colocou o pé esquerdo em seu pênis e empurrou para baixo. Ela ri quando ele geme de dor.

Ela desceu e se sentou, sua bunda descansando em seu pau enjaulado. Os lábios de sua boceta flexionaram contra o metal. Seu pênis estava tremendo de excitação, mas aquela excitação era tudo que ele tinha.

A senhora sorri. Ela deslizou as nádegas de um lado para o outro. Vai e volta. Vai e volta. Sua bunda lisa e redonda criou um oceano de prazer e frustração com seu atrito. Ele levantou a cabeça um pouco para ver, e ela o olhou diretamente nos olhos.

Seu pênis doía, mas sua alma queimava de paixão. Ela amou. E ele a odiava. Diferentes partes de seu corpo estavam lutando por suas emoções. Ele não sabia como se sentir.

Seu guincho diminui até parar. Ele lentamente levantou sua bunda e ficou de cabeça para baixo. Era como uma formiga olhando para sua deusa.

“É melhor você se limpar, seu perdedor imundo.” Ela lhe deu um soco.

Ele não tinha percebido que seu pênis agora estava pingando com esperma.

Ela caminhou até a mesa e jogou-lhe um pequeno pano.

“Eu vou almoçar, vamos resolver essa questão de obediência quando eu voltar, ok?” ele disse saindo do calabouço.

Seu estômago roncou.