SEDUÇÃO Á DOIS

SEDUÇÃO Á DOIS

Fernanda e Luiz Gustavo, colegas de uma repartição pública municipal com sede no centro da grande San Francisco, Fernanda, Diretora de Matriculas do Colégio e, Luiz Gustavo, Agente de Portaria. Ambos, colegas de muitos anos na escola, todavia o contato dos dois ficava restrito, apenas e tão somente naquele setor de trabalho, isso porque ambos casados, o desencontro deles era baseado na falta de oportunidades.
Todo dia, se encontravam no trabalho sendo o contato inevitável, porque trabalhavam na mesma sala. A moça bonita, charmosa, loira, vistosa, sexy simbol, de parar o transito por onde andava, o moço, modesto, não muito vistoso, não era belo, mais mesmo assim, arriscava a dar, aquela disfarçada olhadinha, pra colega. Consoante, ao grande vinculo que conseguiram ter, através do tempo juntos no trabalho, o carinho de um para com o outro, os permitia a ter, determinadas intimidades. Ela, elegantíssima sempre trajando roupas sensuais que na maioria das vezes, deixava o rapaz bastante encabulado, porque não dizer excitado.
Determinado dia, em um papo informal, se pegaram falando intimidades e delícias do sexo proibido. Dali em diante, não existia mais nada proibido, porque nas horas vagas, do tradicional cafezinho matinal, trocas de olhares sedutores, acontecia com frequência até que num determinado momento foi   inevitável um beijo ardente do casal de colegas, onde ali, o clima subiu.
Dali pra frente, os amasso sequenciais.  Determinado dia, os dois ficaram sozinhos na escola, para conclusão de uma cotação de preços, com os demais funcionários ausentes, daí, surgiu a oportunidade de acontecer algo entre os dois.
 -Nanda, por favor, deixe me aproximar de você, ao menos por um instantinho!
-Não Luiz, aqui não!
-Deixe um pouquinho somente, não vai se arrepender!
Até que, a moça envolvida pelas súplicas e, de forma rápida, abaixou sua calcinha, colocando o pau de Luiz pra fora, ficando estonteada com o volume da pica do cara, percebia ali, a grossura, o tamanho do saco, que ficava com as duas bolas dependuradas, balançando, ela, ficou encantada, porque era acostumada trepar com outros, mas, com os calibres bem menores e o de Luiz era grande, cabeçudo, com as veias dilatadas, tinha aproximadamente uns vinte e cinco centímetros, ficou espantada, já, de joelhos, começava a chupar aquele pauzão que, sequer, cabia em sua boca, o que culminou com várias pinceladas em sua xaninha, antes da penetração.
-Lú, não vou aguentar esse pau, sou apertadinha, isso vai me rasgar!
Ela lembrou, que tinha em sua bolsa, um creme de mãos, um tipo de cosméticos que toda mulher geralmente carrega consigo, após, encontrou o creme, passou em sua bocetinha, bem assim, no pau de Luiz, dai, começava ali, uma intensa foda dentro de uma das salas da escola. De início, Luiz colocava em pratica um boquete ao qual, deixava a diretora enlouquecida,
-Ai Luiz, que boquinha deliciosa, ui…. Que delícia, vou gozar….
Na sequência, Luiz, esperto, experiente, trepava em sua diretora, colocando em pratica sua malandragem sexual, deixando aquela mulher, gritando de gozo e muito prazer, trepava e não gozava, aguentava, para prolongar as fodas com Fernanda, posteriormente, veio a hora do anal contestado pela moça, mas, Fernando conseguiu convencê-la, com sua lábia. Na hora, em que, o moço colocou sua jeba no cuzinho de Fernanda, foi um grito que quase despertou os vizinhos da escola, mas, tapou a boca da moça com uma das mãos, segurando com força, travando e, acabou de empurrar a pica dentro do cuzinho dela. Ela sentiu um gozo tão profundo, que, foi inevitável aquele jato de xixi que esguichou por todo local do acontecimento.
A Fernanda, estonteada, saciada, quase sem poder andar, foi reerguida pelo taradão.  Dali, propostas de novos encontros, mas, a diretora gostosa, saiu mancando e tremulas das pernas, de tanto levar vara. 
(BRAW)

Edilson Leão