Minha nada mole vida

Minha nada mole vida

Quando nós nos conhecemos, pela internet, eu trabalhava numa boate. Passamos dias batendo papo, falávamos sobre tudo e ele parecia me entender como ninguém e não me julgar. Eu me apaixonei por ele! Pouco tempo depois ele disse que iria me agenciar e cuidar de mim. Então dali pra frente quem acertava meus programas era ele, eu só tinha que ir e fazer. No começo achei a ideia ótima, porém com o tempo ele começou a marcar muitos programas por dia. Eu ficava muito cansada e também machucada. Quando fui falar com ele sobre isto, ele disse que era assim mesmo, que puta tinha que fazer bastante sexo.

Eu senti um pouco de raiva e um tanto humilhada, mas pensei que até que estava entrando uma grana boa e pelo menos tinha a segurança que ele me oferecia. Então resolvi continuar mais um pouco. Ah, eu não mencionei, mas este acordo que fizemos dele ser meu cafetão, dava autorização a ele para me ter, sempre que quisesse. Então praticamente a toda quantidade de programas que ele marcava no dia, eu ainda tinha que acrescentar mais um, o dele.

Não demorou para que ele quisesse que eu fosse morar com ele. Disse que seria melhor pq eu poderia fazer os programas em casa mesmo, nem precisaria sair.
Foi aí que começou o inferno. Primeiro que ele negociava minha boceta em troca de pagamentos e descontos em qualquer coisa, do aluguel ao bar da esquina, eu tinha que me deitar com quase todos os homens daquela comunidade.

Os programas começavam as 6h da manhã, única hora que alguns homens conseguiam escapar das mulheres, antes de irem para o trabalho, até lá pela 1h da manhã do dia seguinte. Aquele quarto era um entra e sai. As vezes eu nem chegava a me vestir de um homem para outro.

Mas ele achava que nunca estava bom, sempre queria mais, que eu fizesse mais sexo, queria mais dinheiro. Então nos poucos dias em que eu ficava um pouco mais livre, ele me levava até um cabaré que tem na beira de uma rodovia aqui perto, ponto de parada de muitos caminhoneiros, esse cabaré funcionava 24h, e ele dizia que só me buscaria depois que eu fizesse 5 programas, independente da hora que fosse. E aí ia eu tentar seduzir os homens e tentar ter força pra tantos programas, rezando que nenhum fosse violento ou tivesse o pau muito grande.

Uma vez, tivemos uma briga, pq depois de um dia cheio, quando o último cliente saiu de cima ele já estava de pau duro dizendo que precisava aliviar. Eu chorei, disse que não aguentava mais, mas como ele sempre fazia, insistiu dizendo que era minha obrigação de mulher. Cedi, com muita dor. Ele bombou por uns 30min no mesmo ritmo, eu estava toda assada, aí ele tirou, esguichou seu leite por cima de mim e me disse: pela tua desobediência e reclamação e pelo quanto vc demorou pra abrir as pernas pra mim, amanhã vou te levar no cabaré e vc só sai de lá quando tiver feito 10 programas. Fiquei quase dois dias lá pra conseguir.

Em casa as vezes eu estava dormindo e ele me acordava já arrancando minha roupa, me deixando nua em cima da cama e dizendo: o zelador tá vindo aí pra te comer
 Ele reclamou que da última vez vc não abriu bem as pernas pra ele. Coloca na tua cabeça, abre o máximo que vc puder e aguenta até ele terminar, é simples, é só isso que vc tem que fazer, mas nem isso consegue.

Nisso o velho zelador entrou, baixou a calça do uniforme, enquanto meu marido veio pelo lado da minha cabeça, puxou minhas pernas uma para cada lado, deixando minha boceta muito aberta, e perguntou para o veio? Tá bom pra vc. Aquele velho nojento sorriu e disse.: Mas manda ela manter assim.
 

Meu marido segurou minhas pernas arreganhadas por uns 20min enquanto o velho bombava minha boceta e mordia os bicos dos meus peitos. Quando o velho saiu de cima, havia gozado bem no fundo da minha boceta, e meu marido disse que ficou com tesão e precisava colocar a gala dele por cima. Montou em mim e só parou quando terminou de gozar. Me mandou tomar banho e me levou para o cabaré. Porque puta, tem que fazer bastante sexo.