Meu fado!

Meu fado!

Quando fomos apresentados aquele seu modo galante de me considerar muito bonita encantou-me tanto quanto o seu rosto eslavo.  Como senão bastasse, quando ele disse que tenho boca e lábios “irresistíveis” imediatamente intuí que o chuparia.  Teria meus lábios envoltos na sua glande …

Mas não queria me mostrar fácil apesar de pertencer ao grupo das casadas safadas. Fiz-me desentendida ante suas insinuações, dando-lhe a entender que eu era difícil. No entanto estava  louco por ele e ansiava por seus  beijos e suspirava de prazer com os malabarismos de sua língua em minha boca.  Sonhava com o dia que me penetrasse com o seu pau.  Eu era como aqueles jogadores de cartas como se fosse uma oponente insossa.

Até que um dia, cansada de mim mesma, de repente, me soltei. Estávamos num fim de semana  numa casa de campo, muito desconfortável e cheia de formigas e outros insetos. Então pretextando ter visto um filme a que seguiu o exemplo, abaixei a cabeça rocei com meu  cabelo sua barriga. Primeiro  beijei seus pelos pubianos, depois a área próxima circulando, até que lambi de uma ponta à outra do pau. Isso quase o fez gozar.

Ele me excitou com carícias em meus cabelos e pescoço enquanto o chupava com crescente sofreguidão. Retesando-se de tesão como um arco prestes a disparar uma flecha enquanto mais e mais o chupava com meus cabelos esvoaçando n a cabeça que subia e descia no cruzamento linear daquele falo monumental, ele gozou aos borbotões sem que parasse de o chupar.  Transida pela luxúria, como uma represa que se rompe, num sobressalto calculado abri a boca para deixar escorrer a torrente morna de esperma para a seguir retomar o boquete.. Então, sem retirá-lo da boca, passei o dedo pelos meus lábios e olhando com curiosidade fingida a aparência do sêmen como se eu nunca  tivesse visto antes tanta quantidade e espessura.

Oh, não  esquecerei aquele momento! Foi intensa, naqueles  na Serra minha febre em sugá-lo, especialmente  nos passeios  rurais.  Podia ser a hora que fosse. Estivéssemos  deitados, eu  ajoelhada ele de pé. Eu o chupava e ele a mim sem parar, repetidamente.

Até que de repente assim como veio a febre passou. Eu parou de fazer isso com ele, o que, aliás,  causava rusgas quando solicitado. Desde então, ele sempre teve de perguntar se eu queria, por favor. No último vez em que nos vimos, eu o chupei.  Estávamos na cama e curvei-me sobre seu corpo estendido e chupei-o mecanicamente, vagarosamente, pensando em outra coisa. E à tarde lhe disse que o estava deixando por outro.

Um conto de : Iliely Suzana