Beleza GG: Bianca

 Beleza GG: Bianca

Bastava ela surgir para atiçar a libido de todos os machos presentes; com seu corpo “plus size”, seu jeitinho delicado e seu sorriso provocante não havia como resistir; usando roupas cuja justeza cumpria a deliciosa tarefa de enaltecer suas formas generosas, ela desfilava com seu andar vibrante, ostentando um busto instigante, um traseiro alucinante, gingando com um jeitinho intrigante e exibindo um sorriso inquietante iluminando um rostinho que oscilava entre uma doçura angelical e uma incitação diabólica; os pezinhos metidos em lindos sapatos de saltos altíssimos e bicos arredondados concediam-lhe um ar de bonequinha do papai com indisfarçável delírio.

Seu nome era Bianca a gordinha cobiçada por todos.
No início tive dúvidas em contratá-la como recepcionista, mas em pouco tempo ela mostrou uma desenvoltura em relacionar-se com todos que conquistou de fato suas funções; cursando faculdade de administração e denotando enorme sagacidade em galgar posições, em pouquíssimo tempo ela já ocupava uma função vital na área de relacionamento e desenvolvimento de clientes, sem esconder sua ânsia em subir ainda mais.

Todavia, havia algo nela que me deixava com uma pulga atrás da orelha; Bianca jamais dera qualquer sinal de que tinha um namorado ou algo parecido e sua naturalidade em sentir-se livre, leve e solta era um chamariz para a curiosidade alheia, inclusive e principalmente a minha.
Depois de supor que ela gostasse de “colar velcro”, seu jeitinho sapeca disfarçado não condizia com uma possível inclinação para a homossexualidade; cansado de criar hipóteses sem fundamento abandonei o assunto sem abandonar meu interesse por Bianca, o que me levou a estreitar ainda mais os laços de relacionamento com ela; sempre que era possível eu a chamava para uma reunião de metas onde podíamos nos conhecer um pouco melhor nas entrelinhas do assunto profissional e nessas conversas fui descobrindo alguém doce, singela e sempre de bem com a vida, embora se percebesse algo que permanecia oculto em seu comportamento.


Certo dia fomos pegos de surpresa por um evento sempre conhecido porém sempre inesperado; como era de costume naquela época do ano as chuvas torrenciais desabavam sem aviso ocasionando transtornos sempre indesejáveis cujos efeitos prolongavam-se por um bom tempo; foi assim naquela tarde quando uma tempestade furiosa transformou a cidade em um verdadeiro caos que deixou tudo paralisado; com o passar do tempo ajudei meus funcionários e se organizarem pra retornarem às suas casas até o momento em que ficamos apenas eu e Bianca. “Pra mim, sem problemas, chefe …, se o senhor ficar eu também fico!”, foi sua resposta quando lhe perguntei se aceitaria ficar comigo até que pudéssemos ir embora.

Era tarde da noite quando tudo pareceu retornar à normalidade e eu convidei Bianca para um jantar me comprometendo a levá-la para sua casa. Depois de várias tentativas de declinar do convite e hesitar muito, ela acabou se dando por vencida aceitando tanto o jantar como a carona de volta para sua casa; levei-a para um restaurante próximo onde pedimos nossas refeições e prosseguimos em um papo informal comigo já procurando uma maneira de adentrar um pouco em sua intimidade. No momento em que lhe perguntei sobre a vida amorosa, Bianca mostrou-se um pouco reticente o que me deixou preocupado achando que havia abusado da sorte.

-Bom …, isso é meio complicado pra mim – começou ela a responder um tanto hesitante – Eu curto homens mais velhos e sabe como é …, sempre são casados e tem medo de se aventurar com uma novinha …, tive um caso com alguém assim, mas não deu certo, embora a gente ainda se deseje bastante …
-Fico feliz em saber de sua preferência e triste pela sua decepção – respondi com tom afetuoso – Mas e como você resolve o desejo?
-Ah! Sabe como é, né? – respondeu ela com tom maroto abrindo um sorriso – as vezes uso um vibrador …, em outras apenas os dedinhos …, Ui! Me desculpe!
-Não precisa se desculpar, eu entendo perfeitamente – respondi com tom apaziguador ao qual seguiu-se um silêncio constrangedor.
-O senhor …, gosta de mulheres gordinhas? – perguntou ela quebrando o silêncio com tom encabulado.
-E quem não gosta? – respondi com tom maroto – pela minha experiência …, elas são as melhores no sexo!

A reação ao meu comentário foi uma estridente gargalhada de ambos enquanto apreciávamos nossas sobremesas; tomamos um café e assim que paguei a conta seguimos em direção ao meu carro; eu notava um certo açodamento em Bianca cujo comportamento mudara logo após nossa conversa no restaurante. “Preciso te dizer uma coisa …, essa nossa conversa me deixou molhadinha!”, sussurrou ela assim que entramos no carro, deixando-me alvoroçado com as possibilidades que passavam pela minha mente. Pelo olhar de Bianca eu senti que a escolha do que viria a seguir cabia apenas a mim.

Sem perda de tempo dei a partida e rumei em busca de um motel ou hotel nas proximidades obtendo êxito quanto ao segundo; entregamos nossos documentos na recepção e já dentro do elevador começamos uma pegação insana comigo ávido em desfrutar daquela gordinha cujo olhar de safadeza era por demais instigante; mal havíamos entrado no quarto e ela pediu que eu me sentasse na beirada da cama pois ela queria fazer algo para meu deleite; o que se seguiu foi de uma sensualidade indescritível; Bianca ligou seu celular que começou a tocar uma música suave providenciando também uma diminuição nas luzes do ambiente que foi imerso em uma penumbra suave que me permitia ver sua silhueta com certos detalhes.

O que veio a seguir foi um striptease deliciosamente delirante, onde Bianca exibiu uma eloquência visual cuja singularidade era inexplicável; seus movimentos e trejeitos enquanto se despia vinham sempre acompanhados de um olhar incendiário e um sorriso cativante como se ela soubesse ser capaz de escravizar um macho pela sua transbordante sensualidade; com sua nudez dançante ela veio até mim, pondo-se de joelhos entre minhas pernas e cuidando para abrir minha calça até conseguir expor a rola rija e pulsante para seu olhar guloso. No momento em que aquela boquinha quente e molhada enluvou minha rola um arrepio percorreu minha pele provocando um pequeno espasmo de prazer; pus os braços para trás apoiando-os na cama e joguei a cabeça cerrando os olhos e experimentando uma sensação indizível que vibrava em êxtase ao sentir Bianca engolindo e cuspindo o membro com uma cadência que iniciou-se lenta e aos poucos foi ganhando intensidade própria.

Ela me deixou alucinado de excitação e em retribuição acariciei seus cabelos ainda gemendo descontroladamente dominado pela habilidade oral da gordinha dos sonhos; por algum tempo nos quedamos entregues ao sexo oral que premiava a ambos, até que Bianca cessou seu carinho pondo-se de pé e me empurrando até que eu me deitasse por completo permitindo que ela viesse sobre mim encaixando seu corpo sobre o meu; a danadinha inclinou-se sobre mim rebolando a cintura e os quadris numa sincronia perfeita permitindo que sua sua gruta roçasse primeiro a glande e depois o membro inteiro.

Mantendo o ritmo de seu rebolado ela mirou meu rosto sorriu e colou seus lábios aos meus encerrando um longo e profundo beijo que multiplicou-se em muitos outros antes que ela me oferecesse os mamilos intumescidos coroados por aureolas róseas encimando o mais lindo par de mamas que eu já vira em minha vida. Pouco depois o gingado alcançou o êxito almejado fazendo com que sua gruta quente e muito úmida agasalhasse minha rola até senti-la invadindo suas entranhas provocando uma sucessão de gritinhos e gemidos enquanto ela se sentava sobre mim passando a subir e descer sobre o membro desfrutando de uma onda de orgasmos que sacudiam seu corpo tomando-a pelo delicioso transtorno do prazer indescritível.

Bianca era uma fêmea indomada que sabia como dominar um macho submetendo-o ao prazer que somente ela era capaz de proporcionar com seu sobe e desce e seus rebolados alucinantes. Entramos em um delirante clima de tesão que comandava nossos movimentos, nossos gestos e nossas reações cujo resultado era uma sucessão impressionante de orgasmos os quais Bianca procurava ansiosamente desfrutar ansiando que eles jamais tivessem fim. De minha parte esforcei-me para não arrefecer sem que ela recebesse o prazer a que fazia jus e que era minha única forma de retribuir tanta sensualidade exalando por cada poro de seu corpo; resisti o quanto pude, porém vi-me derrotado pela fisiologia no momento em que contrações musculares involuntárias acrescidas de espasmos descontrolados anunciaram o sublime início do fim.

E tudo culminou em um gozo tão abundante que acabou por vazar lambuzando meu ventre e escorrendo por minhas coxas tudo isso ao som dos gritos desvairados de Bianca que não cedia na intensidade do sobe e desce insistindo em extrair de mim até a última gota de prazer que eu fosse capaz de propiciar a ela como uma merecida dádiva após muito tempo de alongada espera; por fim ela desabou sobre mim suando por todos os poros e com a respiração incerta e ofegante. “Ahnnn! Argh! Ahhh! Como foi bom isso! Fazia tanto tempo que eu não gozava assim! Adorei receber seu leitinho quente dentro de mim! Obrigado!”, balbuciou ela com voz entrecortada e respiração ainda arfante.  Eu respondi dizendo que o agradecimento era todo meu e que ela apenas recebeu um pouco do que uma mulher como ela merecia.


Descansamos por algum tempo até a safadinha tornar a abocanhar minha rola fazendo-a enrijecer dentro de sua boquinha deliciosa tornando a mamá-la sofregamente; não resisti e puxei-a para cima de mim até que sua linda bucetinha estivesse ao alcance de minha boca para que também eu pudesse saboreá-la como merecia; ficamos a aproveitar aquele meia nove que fez Bianca experimentar uma nova onda de prazer que eclodia em sucessivos orgasmos que chacoalhavam seu corpo sobre o meu; em dado instante vislumbrei o pequeno orifício no centro do rego entre as nádegas e não resisti e explorá-lo com a ponta do dedo indicador primeiro massageando-o e logo depois cutucando sem perdão; Bianca não reclamou optando por gemer abafado com meu pau dentro de sua boquinha.

Permanecemos naquela provocação por um bom tempo sem que eu me importasse em dedar ainda mais seu selinho anal que parecia receptivo piscando sem parar; Bianca não dizia uma palavra preferindo lamber e chupar meu pau deixando-o tão enrijecido que a glande pulsava provocando uma deliciosa dorzinha que me fazia gemer abafado sem perder o ritmo das lambidas em sua bucetinha e dedadas em seu cuzinho; vez por outra ela apertava a rola pela base fazendo-a inchar um pouco mais causando uma pulsação dolorosa que servia apenas para me deixar ainda com mais tesão.

“Aiii! Não aguento mais! Vem! Vem me enrabar gostoso!”, gritou ela serpenteando para longe de mim até que pudesse ficar de quatro sobre a cama balançando aquele traseiro enorme e suculento. Foi ela própria que enterrou a cabeça em um travesseiro empinando ainda mais o traseiro rechonchudo incumbindo-se também de afastar as nádegas com as próprias mãos deixando escancarando o rego e pondo à mostra o pequeno orifício que piscava no ritmo das contrações musculares da fêmea agindo em pura provocação. Tomei posição e pincelei o rego com a glande por várias vezes ouvindo as reclamações ansiosas de minha parceira que suplicava para ser enrabada.

Quando golpeei pela segunda vez, a glande rompeu a resistência arregaçando o selo para que a recebesse em seu interior resultando em gritinhos e gemidos estridentes de Bianca que ao mesmo tempo não recuava e muito menos pedia trégua. “Vai! Ahnnn! Vai! Mete! Mete com força! Me arromba o cu, seu safado!”, murmurava ela com voz entrecortada e tom de súplica; atendi ao seu pedido enterrando a rola centímetro por centímetro até conseguir-se senti-la inteiramente dentro do orifício cujas pregas rompidas acediam à penetração do intruso que eu tratava de aprofundar para sacar e tornar a meter, tornando os movimentos longos e cadenciados, não demorando em provocar minha parceira cujo dedilhado lhe concedia merecidos orgasmos. Algum tempo depois os movimentos tornaram-se frenéticos e Bianca debulhava-se em uma enxurrada de orgasmos que chacoalhavam seu corpo e submetiam sua mente a um prazer indescritível.

Tudo chegou ao fim quando sem aviso explodi em um novo gozo caudaloso inundando as entranhas da gordinha com mais uma carga de sêmen quente e espesso. Estirados sobre a cama exaustos e ofegantes acabamos vencidos por nosso esforço caindo em um merecido sono do qual acordamos apenas na manhã seguinte. Saímos do motel e fomos tomar café da manhã em uma padaria que eu conhecia; deixei-a em sua casa afirmando que não precisava comparecer ao trabalho naquele dia; afinal, era o mínimo que eu podia fazer por ela após tanto prazer que havíamos desfrutado. Saímos mais algumas vezes e em cada uma delas fui descobrindo uma fêmea indomável cujo desempenho na cama era tão dedicado quanto no ambiente de trabalho. Infelizmente eu a perdi não para outro homem, mas para a concorrência profissional que soube recompensar sua capacidade o que também me encheu e orgulho, pois ela merecia tudo de bom.

Um Conto de : António